Skip to content

TDAH: Existe exame de sangue para o transtorno? Entenda o diagnóstico

Erika Tavares
28/04/202616 minutos de leitura
Dra. Erika Tavares, neurologista em Joinville, Jaraguá do Sul, Pomerode, Blumenau, Florianópolis. Saúde cerebral; enxaqueca; analgésico;neurologista;Neurologista em Jaraguá do Sul; Clínica de neurologia em Jaraguá do Sul; Médico especialista em dor de cabeça Jaraguá do Sul;Tratamento para enxaqueca em Jaraguá do Sul; Neurologista particular em Jaraguá do Sul; neuropediatra em Jaraguá do Sul; neurologista em pomerode;neurologista;Especialista em enxaqueca;Neurologista especialista em cefaleia;Tratamento preventivo para enxaqueca;Enxaqueca crônica tem cura;Enxaqueca refratária tratamento;Toxina botulínica para enxaqueca;Aplicação de toxina botulínica para dor de cabeça;Novos tratamentos para enxaqueca;Bloqueio anestésico para dor de cabeça;Diferença entre enxaqueca e dor de cabeça tensional;Enxaqueca com aura sintomas;Enxaqueca menstrual tratamento;Alimentos que causam enxaqueca;Por que minha cabeça dói todo dia;TDAH

Você convive há anos com a sensação constante de que sua mente não para, de que o foco sempre escapa pelas mãos e de que concluir atividades simples do dia a dia exige um esforço mental descomunal? Eu compreendo profundamente o cansaço que acompanha essa rotina. Escuto relatos assim diariamente na minha prática clínica. Muitas pessoas chegam ao consultório exaustas de tentarem se adaptar a um mundo que parece cobrar uma organização e uma produtividade que, para elas, parecem inatingíveis. Na busca por respostas rápidas e concretas, é extremamente comum que os pacientes me perguntem se há uma forma de comprovar essa dificuldade através de um exame de laboratório simples e indiscutível. É nesse cenário de angústia e busca por validação que a principal dúvida surge: afinal, existe um exame de sangue para o TDAH?

A resposta a essa pergunta é o ponto de partida fundamental para compreendermos como a neurologia moderna, humanizada e baseada em evidências científicas atua para devolver a sua autonomia. O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade é uma condição neurobiológica complexa que afeta profundamente o funcionamento das funções executivas do cérebro. Quem sofre com a condição muitas vezes carrega rótulos injustos de “preguiçoso” ou “desinteressado”, quando, na realidade, existe um desbalanço químico real afetando as redes neurais relacionadas à dopamina e à noradrenalina. Ao longo deste artigo, eu vou explicar detalhadamente como nós médicos chegamos à conclusão diagnóstica segura e por que o acompanhamento neurológico cuidadoso é a chave para o resgate do seu bem-estar.

Existe exame de sangue para detectar TDAH?

A resposta direta, pautada nas mais rigorosas diretrizes da medicina neurológica e psiquiátrica atual, é: não, não existe um exame de sangue capaz de diagnosticar o transtorno. Não há um biomarcador laboratorial específico, ou seja, nenhuma substância que possamos medir no seu sangue que confirme de forma isolada e absoluta que você possui a condição. No entanto, se você já passou por um médico especialista para investigar desatenção e hiperatividade, provavelmente ele lhe entregou um pedido longo de exames laboratoriais. E isso tem um motivo científico muito importante.

Na clínica especializada em neurologia, solicitamos exames de sangue com um objetivo claro: investigar e descartar outras condições clínicas que mimetizam, ou seja, imitam perfeitamente os sintomas de desatenção, fadiga mental e esquecimento. A tireoide, por exemplo, é uma glândula mestre no controle do nosso metabolismo. Se um paciente apresenta hipotireoidismo ou hipertireoidismo, ele pode manifestar uma dificuldade brutal de concentração, cansaço extremo, lentidão de raciocínio ou, no caso do hipertireoidismo, uma agitação motora e ansiedade que se confundem facilmente com a hiperatividade.

Além da função tireoidiana, deficiências vitamínicas graves, como a falta de Vitamina B12 e Vitamina D, podem causar falhas de memória significativas e “névoa mental” (brain fog). Outro fator crucial que investigo através do sangue é a ferritina e o perfil de ferro. A deficiência de ferro, mesmo antes de se tornar uma anemia franca, está intimamente ligada a disfunções cognitivas e até mesmo à Síndrome das Pernas Inquietas, uma condição que prejudica severamente o sono e causa uma inquietação motora enorme. Portanto, o exame de sangue não diagnostica a desatenção patológica em si, mas garante que o seu cérebro não está sofrendo as consequências de um corpo metabolicamente desequilibrado.

Como é feito o diagnóstico de TDAH em adultos e crianças?

O diagnóstico é essencialmente clínico e, por isso mesmo, exige um médico altamente treinado e disposto a escutar. É exatamente por compreender a complexidade desse processo que a minha consulta não dura apenas 15 minutos; eu dedico até uma hora e quinze minutos para escutar a sua história de vida de maneira minuciosa. Não se trata de aplicar um questionário rápido de cinco perguntas e entregar uma prescrição. O diagnóstico clínico exige uma anamnese profunda, que reconstrói a sua linha do tempo desde a infância.

Para o diagnóstico correto, baseamo-nos nos critérios estabelecidos pelos manuais internacionais de diagnóstico, como o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais). Precisamos identificar um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfira no funcionamento ou no desenvolvimento da pessoa. Uma premissa essencial é que esses sintomas devem estar presentes antes dos 12 anos de idade. Em adultos, investigar essa fase da vida pode ser um desafio, pois a memória sobre a própria infância costuma ser fragmentada. Por isso, frequentemente converso com familiares ou analiso históricos escolares antigos, quando disponíveis.

Além disso, os sintomas não podem ocorrer apenas em um ambiente. Se a criança ou o adulto apresenta desatenção apenas no trabalho ou apenas na escola, mas funciona perfeitamente em outros cenários de exigência semelhante, é preciso investigar fatores ambientais. O déficit de atenção verdadeiro causa prejuízos em pelo menos dois ambientes da vida da pessoa (trabalho, ambiente doméstico, relacionamentos sociais). É através dessa conversa longa, empática e investigativa que eu consigo mapear não apenas os sintomas, mas o impacto emocional e prático que eles geram na sua rotina diária.

Quais exames um neurologista pede para investigar TDAH?

Como vimos, o exame de sangue atua na exclusão de problemas metabólicos. Mas e quanto aos exames de imagem do cérebro? É muito comum o paciente questionar se uma ressonância magnética ou um eletroencefalograma (EEG) mostrará a condição. A resposta segue a mesma linha: exames de imagem e exames elétricos não fazem o diagnóstico positivo da condição neurocomportamental. Contudo, eles são peças fundamentais do quebra-cabeça na neurologia humanizada.

Um neurologista pode solicitar um Eletroencefalograma para descartar crises epilépticas de ausência. Existem tipos de epilepsia, especialmente em crianças, em que o paciente sofre breves “desligamentos” elétricos no cérebro que duram segundos. Para os professores e pais, a criança parece apenas “viver no mundo da lua” ou ser extremamente desatenta. O tratamento para a epilepsia de ausência é completamente diferente do tratamento para o déficit de atenção. Sem essa investigação cuidadosa, corre-se o risco de prescrever medicações estimulantes que podem até mesmo piorar as crises epilépticas.

A Ressonância Magnética do Crânio também pode ser solicitada em casos específicos, principalmente quando no exame físico neurológico minucioso que realizo em consultório, encontro alguma alteração sugestiva de lesão estrutural. Tumores cerebrais sutis, malformações ou sequelas de traumas antigos podem prejudicar as áreas do córtex pré-frontal responsáveis pela atenção e pelo controle dos impulsos. Ademais, frequentemente indico a realização de uma Avaliação Neuropsicológica. Este não é um exame de máquina, mas sim uma bateria de testes padronizados aplicados por um psicólogo especializado, que mede com precisão matemática o funcionamento da memória de trabalho, da velocidade de processamento, da atenção sustentada e do controle inibitório, auxiliando imensamente na confirmação diagnóstica e no planejamento do tratamento.

É possível confundir TDAH com insônia crônica ou enxaqueca?

Esta é uma das questões mais vitais na minha prática clínica diária, e é onde a minha formação e experiência em dores limitantes se conectam profundamente com os transtornos neurocomportamentais. Sim, é perfeitamente possível e extremamente comum confundir as condições. O cérebro humano precisa de descanso de qualidade para consolidar a memória e restaurar a capacidade de focar. Pacientes que buscam tratamento para insônia e distúrbios do sono frequentemente relatam sintomas idênticos aos do déficit de atenção: esquecimento severo, irritabilidade, procrastinação e lentidão mental.

Se uma pessoa sofre de apneia obstrutiva do sono, por exemplo, o cérebro dela desperta dezenas de vezes por noite devido à falta de oxigênio. Ao longo do dia, ela estará exausta e desatenta. Tratar esse paciente com psicoestimulantes sem tratar o sono é um erro crasso e perigoso. É por isso que a minha abordagem é integral: eu olho para o paciente como um todo, não apenas para um sintoma isolado.

O mesmo princípio se aplica à enxaqueca crônica e às cefaleias. Eu atendo diariamente pessoas que convivem há anos com dores de cabeça devastadoras. A dor crônica funciona como um “alarme de incêndio” constante no cérebro. É virtualmente impossível manter a concentração em um relatório de trabalho ou na leitura de um livro quando o seu sistema nervoso está bombardeado por estímulos dolorosos. O impacto cognitivo da dor, muitas vezes chamado de “névoa da enxaqueca”, destrói o foco. Nesses casos, o tratamento para dor de cabeça crônica é a prioridade.

Quando aplico tratamentos avançados, como a toxina botulínica para enxaqueca ou o bloqueio de nervos cranianos para cefaleia, o objetivo principal é silenciar essa via de dor. É emocionante observar que, ao alcançarmos o controle adequado da cefaleia, grande parte das queixas de “falta de atenção” do paciente desaparece espontaneamente. Ele não tinha uma disfunção primária de atenção; ele apenas estava consumido pela dor. Essa diferenciação só pode ser feita por uma médica especialista em enxaqueca que realize uma escuta técnica e compassiva.

As consequências silenciosas do diagnóstico tardio em adultos

Muitos dos meus pacientes chegam à clínica apenas na idade adulta, carregando um fardo emocional gigantesco. Quando a condição passa despercebida na infância – frequentemente porque o paciente era inteligente o suficiente para compensar as falhas de atenção ou porque não apresentava a hiperatividade física típica dos meninos –, os danos na autoestima ao longo dos anos são imensos. Mulheres, em especial, tendem a mascarar melhor os sintomas, apresentando mais desatenção e sonolência diurna do que inquietação física, o que atrasa historicamente o diagnóstico feminino.

O adulto não diagnosticado costuma sofrer com instabilidade profissional, dificuldade em manter relacionamentos duradouros devido à impulsividade na fala, esquecimentos que geram conflitos conjugais e uma desregulação emocional intensa. Pequenas frustrações cotidianas parecem gerar reações explosivas ou uma tristeza desproporcional. A sensação crônica de não estar alcançando o próprio potencial gera altos índices de comorbidades, como ansiedade generalizada e depressão. Portanto, validar essas dificuldades, entender a raiz do problema e instaurar um programa de acompanhamento neurológico adequado é, literalmente, devolver a autonomia a esse indivíduo.

O TDAH tem cura? Entenda as opções de tratamento

É meu dever como profissional de saúde baseada na ética e na ciência esclarecer que o transtorno não possui uma cura definitiva no sentido de desaparecer por completo com um tratamento de curto prazo. Trata-se de um padrão de funcionamento do neurodesenvolvimento. No entanto, ele possui excelentes perspectivas de remissão do impacto negativo através do controle dos sintomas. O objetivo do tratamento não é mudar a sua personalidade, mas sim fornecer as ferramentas – químicas e comportamentais – para que o seu cérebro consiga executar aquilo que você deseja fazer.

O tratamento mais eficaz é sempre multimodal. Na esfera medicamentosa, utilizamos psicoestimulantes e medicamentos não estimulantes, dependendo do perfil de cada paciente, da idade e da presença de outras condições de saúde (como problemas cardíacos ou ansiedade severa). A escolha da medicação exige precisão técnica e ajustes finos e graduais. Não é uma ciência exata na primeira tentativa, por isso um acompanhamento de perto é inegociável.

Paralelamente, o tratamento não se sustenta apenas com comprimidos. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é amplamente recomendada para criar estratégias de enfrentamento, organização, gestão do tempo e regulação emocional. Mudanças vigorosas no estilo de vida, como a prática consistente de exercícios físicos aeróbicos (que aumentam a plasticidade cerebral e a liberação de dopamina natural), higiene rigorosa do sono e alimentação balanceada são pilares que não podem ser negligenciados no resgate da qualidade de vida.

Por que escolher um acompanhamento neurológico contínuo?

A neurologia humanizada que pratico vai muito além de diagnosticar e entregar uma receita médica. O verdadeiro controle dos sintomas crônicos – seja a desatenção, a enxaqueca forte ou a insônia – exige que o médico e o paciente caminhem juntos. As medicações psiquiátricas e neurológicas necessitam de titulação (ajuste progressivo de doses) e monitoramento rigoroso de efeitos colaterais.

É por valorizar esse cuidado estruturado que a minha clínica não realiza apenas atendimentos pontuais. Nós desenvolvemos programas de acompanhamento contínuo onde ofereço suporte médico direto através do meu WhatsApp pessoal. Eu sei o quanto é angustiante iniciar uma medicação nova para o cérebro e sentir um efeito adverso no final de semana, ou ter dúvidas sobre a interação do remédio com outros fatores do dia a dia, e não ter com quem falar. Esse canal direto permite ajustes finos, respostas rápidas e, acima de tudo, proporciona segurança para o paciente.

Além disso, o acesso à saúde especializada exige facilidade. Atendo como neurologista com atendimento online e presencial. Se você é da minha região, meu consultório físico está localizado na cidade de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina. Muitos pacientes buscam um neurologista particular em Jaraguá do Sul, ou mesmo médicos em cidades vizinhas e de excelente acesso como Pomerode, Blumenau e Joinville, e encontram em nosso espaço um ambiente profundamente acolhedor para tratar suas dores e disfunções cognitivas.

Por que confiar neste conteúdo?

A internet está repleta de informações sobre saúde mental, muitas vezes superficiais ou, infelizmente, baseadas em opiniões sem fundamento. Para que você tenha a segurança de que está lendo um material técnico de alto nível, este artigo foi estruturado de acordo com critérios científicos rigorosos e revisado pela Dra. Erika Tavares, médica neurologista. As informações aqui contidas têm como base as diretrizes e os consensos das seguintes instituições:

  • Academia Brasileira de Neurologia (ABN).
  • Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA).
  • Diretrizes da American Academy of Neurology (AAN).
  • Critérios diagnósticos globais estabelecidos pelo DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais).

Este material visa educar e conscientizar. Todo o conteúdo reflete a minha expertise técnica – comprovada pelo meu registro de especialidade (RQE 20463) – e a minha experiência clínica contínua com foco em dores de cabeça crônicas e transtornos neurológicos, garantindo que o cuidado sugerido siga os protocolos mais atualizados e seguros da medicina mundial.

Perguntas Frequentes (FAQ) sobre o diagnóstico do TDAH

1. O eletroencefalograma (EEG) detecta TDAH?

Não. O eletroencefalograma mede a atividade elétrica do cérebro e não é capaz de confirmar a presença do déficit de atenção. Ele é fundamentalmente utilizado por nós neurologistas para descartar epilepsias, como as crises de ausência, que podem simular momentos de grave desatenção e distração no paciente.

2. É possível descobrir o transtorno apenas na fase adulta?

Sim, é plenamente possível e muito frequente. Embora a condição seja de origem no neurodesenvolvimento (ou seja, os sintomas já existiam na infância), muitas pessoas só buscam ajuda profissional na idade adulta. Isso ocorre frequentemente quando as exigências da vida adulta – como trabalho, faculdade, filhos e finanças – ultrapassam a capacidade de adaptação que a pessoa desenvolveu de forma solitária ao longo da vida.

3. Qual é a diferença entre ansiedade e déficit de atenção?

Esta é uma avaliação clínica delicada. A ansiedade generalizada caracteriza-se por um estado de preocupação excessiva e apreensão constante com o futuro, o que “sequestra” a atenção e causa problemas de foco. Já a desatenção primária é caracterizada pela dificuldade crônica em sustentar a concentração em tarefas desinteressantes ou prolongadas, independentemente do nível de preocupação da pessoa. No entanto, é muito comum que os dois quadros coexistam no mesmo paciente (comorbidade), exigindo um plano terapêutico compartilhado.

4. O tratamento para a condição envolve obrigatoriamente medicação diária?

Não obrigatoriamente, embora a terapia medicamentosa seja a abordagem com as maiores taxas de sucesso para o controle dos sintomas moderados a graves. A necessidade do uso de medicações diárias, de uso contínuo ou apenas sob demanda (em dias de alta exigência cognitiva), dependerá exclusivamente da avaliação médica minuciosa do impacto do transtorno na vida do paciente, sendo sempre aliada a intervenções não medicamentosas, como a psicoterapia.

5. Como a dor de cabeça tensional crônica afeta a minha concentração?

Qualquer dor crônica, seja ela proveniente de uma cefaleia tensional ou de uma enxaqueca crônica, esgota a reserva de energia do cérebro. O sistema nervoso central prioriza o processamento dos sinais de dor como um alerta de sobrevivência. Consequentemente, as funções cognitivas superiores, como a memória de trabalho e a atenção sustentada, ficam severamente comprometidas enquanto a dor não for devidamente tratada de forma profilática.

Retome o controle da sua qualidade de vida

Viver lutando diariamente contra a própria mente ou contra dores crônicas incapacitantes não é, de forma alguma, o estado normal da existência. Você não precisa se acostumar com as falhas constantes, com a exaustão cognitiva profunda ou com o julgamento de terceiros sobre a sua forma de funcionar no mundo. O diagnóstico médico correto é o momento de virada na sua história: é quando trocamos a culpa pela compreensão científica, e a frustração pela ação terapêutica guiada.

Se você se identificou com os sintomas descritos, valoriza uma medicina praticada de forma profundamente aprofundada, com empatia, tempo adequado de escuta e base científica forte, eu estou aqui para caminhar junto com você. O objetivo maior do meu trabalho não é apenas medicar uma doença, mas construir um plano terapêutico sustentável e compassivo capaz de resgatar o controle da sua rotina e a paz dos seus dias. Para dar o primeiro passo em direção a essa transformação, agende a sua consulta presencial em nossa clínica de neurologia ou através do nosso atendimento online especializado. Juntos, faremos uma avaliação minuciosa e estruturada em busca do melhor para a sua saúde integral.

Dra. Erika Tavares, neurologista em Joinville, Jaraguá do Sul, Pomerode, Blumenau, Florianópolis. Saúde cerebral

Conheça mais sobre o trabalho da Dra. Erika Tavares em Jaraguá do Sul e inicie o seu tratamento.

geral

Posts recentes